
Empilhando Copinhos até Não Aguentar Mais
Crianças bem pequenas empilham pequenos copos plásticos um sobre o outro, tentando construir a torre mais alta possível.
Resumo rápido
| Ano escolar | Creche |
|---|---|
| Componente curricular | Matemática |
| Duração estimada | 20 minutos |
| Etapas da aula | 6 etapas |
| Código(s) BNCC | EI02ET07 · EI02CG05 · EI02EO02 |
Alinhamento Curricular (BNCC)
Unidade temática
Campo de experiência: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
Objeto de conhecimento
Construção de estrutura vertical e percepção de limite de equilíbrio
Contar oralmente objetos, pessoas, livros, entre outros, em situações nas quais elas se fazem necessárias, associando essa contagem à altura da construção; coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas; demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar desafios de construção e equilíbrio.
Competências gerais da BNCC trabalhadas
Feito pela Equipe Escolas Disruptivas.
Conhecimentos prévios necessários
As crianças já devem ter alguma familiaridade com a construção de torres com blocos, derrubando-as em seguida, trabalhada em atividade anterior da rotina, servindo de base para essa proposta que introduz um novo material mais leve e instável, os copos plásticos, ampliando o desafio de equilíbrio já praticado com blocos mais firmes.
Objetivos de aprendizagem
Empilhar pequenos copos plásticos um sobre o outro, tentando construir a torre mais alta possível antes que ela caia, desenvolvendo coordenação motora fina e uma primeira noção sobre contagem associada à altura de uma construção, ampliando o desafio de equilíbrio já praticado com blocos mais firmes em atividade anterior.
Empilhar, com apoio, o primeiro copo sobre outro
Continuar empilhando novos copos até a torre ficar instável
Contar, com apoio, quantos copos foram empilhados
Materiais necessários

Passo a passo da aula
Apresentação dos copos
3 minutosO educador apresenta os pequenos copos plásticos, permitindo que as crianças observem e toquem essa leveza e instabilidade antes de qualquer empilhamento começar, despertando curiosidade sobre esse novo desafio de construção durante a atividade matemática proposta ao grupo.
Demonstração do empilhamento
4 minutosO educador demonstra como empilhar um copo sobre o outro com cuidado, contando em voz alta cada copo adicionado, permitindo que as crianças observem essa técnica antes de qualquer tentativa própria começar durante a atividade matemática proposta.
Empilhando os primeiros copos
6 minutosCada criança tenta empilhar, com apoio do educador, os próprios copos, contando cada um adicionado à torre, celebrando cada novo copo empilhado com sucesso ao longo dessa etapa central da atividade matemática e de coordenação motora proposta.
Vendo até onde a torre aguenta
5 minutosAs crianças continuam empilhando até que a torre de copos se torne instável e caia, celebrando essa altura máxima alcançada com entusiasmo, sem frustração pela queda, ao longo dessa etapa mais desafiadora e divertida da atividade proposta ao grupo.
Contando os copos empilhados
1 minutoO educador incentiva cada criança a contar, com apoio, quantos copos conseguiu empilhar antes da torre cair, reforçando essa associação entre contagem e altura da construção ao longo dessa etapa reflexiva final da atividade matemática realizada.
Fechamento e celebração
1 minutoO educador encerra a atividade celebrando o esforço e a diversão demonstrados por todo o grupo ao longo desse desafio de empilhamento, reforçando que essa mesma prática pode ser repetida em oportunidades futuras da rotina matemática da turma.
Diferenciação e inclusão
Para crianças com maior dificuldade motora fina para empilhar os copos leves com precisão suficiente, oferecer apoio físico direto do educador durante essa etapa específica da atividade matemática proposta ao grupo de crianças. Para crianças com maior frustração diante da queda da torre, reforçar constantemente que ver a torre cair é uma parte divertida e esperada dessa atividade, celebrando a altura alcançada antes da queda como uma conquista.
Como avaliar
Observação da disposição da criança para empilhar, com apoio, os primeiros copos sobre a mesa, e de sua persistência em continuar até que a torre se torne instável, verificando também sua participação na contagem dos copos empilhados ao final da atividade matemática e de coordenação motora proposta.
| Critério | O que observar |
|---|---|
| Participação no empilhamento inicial | A criança empilha, com apoio, o primeiro copo sobre outro copo. |
| Continuidade da construção | A criança continua empilhando novos copos até a torre ficar instável. |
| Reação à queda da torre | A criança reage de forma positiva ou neutra quando a torre cai. |
| Participação na contagem final | A criança participa, com apoio, da contagem dos copos empilhados. |

Atividade de extensão
Sugerir às famílias praticar essa mesma construção de torres com copos plásticos em casa, ampliando essa experiência matemática e motora para outro contexto familiar do cotidiano da criança.
Conexões interdisciplinares
Conecta-se ao campo Corpo, gestos e movimentos ao envolver a coordenação motora fina e o controle necessários para empilhar objetos leves e instáveis, e a noções iniciais de Matemática ao trabalhar a contagem associada diretamente à altura de uma construção física, ampliando o desafio de equilíbrio já praticado com blocos mais firmes em atividade anterior da rotina do grupo de crianças.
Para saber mais
Empilhar copos plásticos leves e instáveis, em contraste com os blocos mais firmes já utilizados em atividade anterior, representa um desafio motor e matemático mais avançado, exigindo maior precisão e delicadeza no movimento de empilhar, além de introduzir a criança a uma primeira experiência sobre limites físicos de equilíbrio associados à contagem crescente de elementos empilhados, uma combinação particularmente rica entre desenvolvimento motor fino e raciocínio matemático que amplia significativamente o repertório já construído pela criança ao longo de atividades anteriores da rotina escolar.
Referências: BNCC (Base Nacional Comum Curricular, 2018)
Perguntas frequentes sobre esta aula
Que tipo de copo plástico é mais indicado para essa atividade de empilhamento com crianças pequenas?+
Copos plásticos pequenos e leves, do tipo empilhável usado em festas infantis, funcionam bem, sendo importante verificar que não tenham bordas cortantes e que sejam leves o suficiente para não machucar ao cair durante essa atividade matemática proposta.
O que fazer se a criança ficar muito frustrada quando a torre de copos cai?+
Celebre imediatamente a altura alcançada antes da queda como uma grande conquista, transformando esse momento em uma comemoração divertida em vez de uma frustração, reforçando que ver a torre cair faz parte natural e esperada dessa atividade proposta ao grupo.
Até quantos copos as crianças bem pequenas costumam conseguir empilhar nessa atividade?+
Isso varia bastante conforme a coordenação motora individual, mas geralmente entre três e seis copos já representam uma conquista significativa para essa faixa etária, sendo importante celebrar qualquer altura alcançada durante essa atividade matemática e motora.
Posso transformar essa atividade em um pequeno desafio amigável entre as crianças do grupo?+
Prefira evitar comparações diretas de desempenho nessa faixa etária, focando cada criança em sua própria evolução pessoal e celebrando o esforço individual, mantendo o caráter lúdico e não competitivo dessa atividade de empilhamento proposta ao grupo de crianças.
Planos de aula relacionados

Ciências · Creche
Descobrindo o Que o Ímã Não Consegue Puxar de Longe
3 min de leitura
Matemática · Creche
Escolhendo o Cartão com a Quantidade Igualzinha
3 min de leitura
Educação Física · Creche
Marchando Bem Alto Feito um Soldadinho
3 min de leitura
Arte · Creche
