plano de aula pintando com ferramentas: crianças da creche pintando com esponjas e rolinhos
ArteCreche 30 minutos

Pintando com Ferramentas Diferentes do Pincel

Crianças bem pequenas experimentam pintar usando esponjas, garfos e rolos, descobrindo efeitos visuais distintos de cada ferramenta.

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Resumo rápido

Ano escolarCreche
Componente curricularArte
Duração estimada30 minutos
Etapas da aula6 etapas
Código(s) BNCCEI02ET05 · EI02TS02 · EI02CG05

Alinhamento Curricular (BNCC)

Unidade temática

Campo de experiência: Traços, sons, cores e formas

Objeto de conhecimento

Exploração de diferentes instrumentos e suportes na criação de traços pictóricos

EI02ET05EI02TS02EI02CG05

Classificar objetos e figuras de acordo com um atributo (tamanho, formato, cor, função, quantidade); expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura; coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses em situações diversas.

Competências gerais da BNCC trabalhadas

2 — Pensamento científico, crítico e criativo3 — Repertório cultural

Feito pela Equipe Escolas Disruptivas.

Conhecimentos prévios necessários

As crianças já devem ter tido contato prévio com pincéis convencionais em atividades de pintura anteriores, servindo de base de comparação para as novas ferramentas apresentadas nesta atividade específica.

Objetivos de aprendizagem

Experimentar pintar com esponjas, garfos e rolos, descobrindo os diferentes efeitos visuais e texturas produzidos por cada uma dessas ferramentas alternativas ao pincel tradicional.

Observar o efeito de cada ferramenta antes de escolher uma

Pintar usando ao menos duas ferramentas diferentes

Comparar os traços resultantes de cada ferramenta utilizada

Materiais necessários

Esponjas, garfos de plástico e pequenos rolos de pinturaTinta guache em algumas cores variadasPapel grande para cada criança e aventais impermeáveis
criança da creche pintando com esponja em atividade artística alternativa

Passo a passo da aula

1

Apresentação das ferramentas

4 minutos

O educador apresenta cada ferramenta disponível (esponja, garfo, rolo), demonstrando brevemente o tipo de traço que cada uma produz na tinta, sem revelar todo o potencial de cada uma, despertando a curiosidade das crianças sobre as possibilidades de pintura antes de qualquer prática individual.

2

Primeira experimentação com esponja

6 minutos

Cada criança recebe uma esponja e é incentivada a mergulhá-la na tinta e pressionar sobre o papel, observando o efeito de textura irregular resultante, com apoio do educador para aquelas que demonstram dificuldade em controlar a quantidade de tinta absorvida pela esponja.

3

Experimentando com o garfo

6 minutos

O educador introduz o garfo de plástico, demonstrando como arrastá-lo pela tinta para criar linhas paralelas características, incentivando cada criança a experimentar esse novo traço em uma parte diferente do papel, comparando visualmente com o efeito já produzido pela esponja.

4

Experimentando com o rolo

6 minutos

O educador apresenta o pequeno rolo de pintura, demonstrando como passá-lo sobre uma área maior do papel para criar uma cobertura mais uniforme de cor, incentivando as crianças a experimentarem esse terceiro tipo de ferramenta e efeito visual disponível na atividade.

5

Composição livre combinando ferramentas

5 minutos

As crianças têm um momento livre para combinar as diferentes ferramentas já experimentadas em uma composição própria no papel, com apoio do educador conforme necessário, criando uma obra final que integra os diferentes efeitos visuais explorados ao longo da atividade proposta.

6

Fechamento e exposição

3 minutos

O educador organiza a exposição das produções para secagem, encerrando a atividade com um breve comentário sobre as diferenças percebidas entre as ferramentas utilizadas, celebrando a criatividade de cada criança durante toda a atividade artística realizada.

Diferenciação e inclusão

Para crianças com dificuldade motora fina para segurar ferramentas menores como o garfo, oferecer versões maiores e mais fáceis de manusear, ou priorizar a esponja e o rolo, que exigem menor precisão de preensão durante a atividade artística proposta. Para crianças com maior resistência a texturas irregulares como a produzida pela esponja, iniciar a experimentação pelo rolo, que produz um efeito mais uniforme e previsível.

Como avaliar

Observação da disposição da criança para experimentar cada uma das ferramentas apresentadas, e de sua capacidade de perceber e comentar sobre as diferenças de traço produzidas por cada uma, verificando também seu engajamento na composição final que combina os diferentes efeitos explorados ao longo da atividade.

CritérioO que observar
Experimentação com esponjaA criança utiliza a esponja para criar marcas na pintura.
Experimentação com garfoA criança utiliza o garfo para criar traços diferentes na pintura.
Experimentação com roloA criança utiliza o rolo para cobrir uma área do papel com tinta.
Percepção de diferençasA criança demonstra, de alguma forma, perceber diferença entre os efeitos das ferramentas.
rolinho e garfo de plástico usados como ferramentas de pintura na creche

Atividade de extensão

Sugerir às famílias experimentar pintura com objetos domésticos alternativos ao pincel, como escovas ou tampinhas, ampliando essa exploração criativa para o ambiente familiar do cotidiano da criança.

Conexões interdisciplinares

Conecta-se ao campo Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações ao classificar e comparar os diferentes efeitos visuais produzidos por cada ferramenta, e a noções iniciais de Ciências ao investigar como a forma física de um objeto influencia o resultado de sua ação sobre outro material, como a tinta sobre o papel.

Para saber mais

Ampliar o repertório de ferramentas disponíveis para a experiência pictórica, para além do pincel convencional, permite que a criança compreenda de forma concreta que o resultado visual de uma pintura depende diretamente das características físicas do instrumento utilizado, uma noção inicial importante sobre a relação entre ferramenta e resultado que será retomada de forma mais elaborada em experiências artísticas futuras ao longo da trajetória escolar.

Referências: BNCC (Base Nacional Comum Curricular, 2018)

Perguntas frequentes sobre esta aula

Que outras ferramentas alternativas posso incluir nessa atividade?+

Escovas de dente velhas, rolhas de garrafa, folhas naturais ou bolinhas de papel amassado também produzem efeitos interessantes e podem ser incluídas para ampliar ainda mais a variedade de texturas exploradas durante a atividade de pintura proposta.

Como evitar que as crianças misturem as cores de forma indesejada entre as ferramentas?+

Disponibilize uma ferramenta separada para cada cor de tinta, ou aceite a mistura de cores como parte natural e interessante da exploração artística, já que resultados inesperados também têm valor pedagógico dentro dessa atividade criativa.

O que fazer se a criança preferir usar apenas uma ferramenta durante toda a atividade?+

Respeite essa preferência, incentivando gentilmente a experimentação das outras opções em um ritmo próprio, sem forçar o uso de todas as ferramentas disponíveis caso a criança demonstre clara satisfação com apenas uma delas durante a atividade.

Como limpar as ferramentas alternativas entre diferentes usos pelas crianças?+

Lave bem esponjas, garfos e rolos com água corrente logo após o uso, secando completamente antes de guardar, garantindo boa higienização para reutilização em futuras sessões dessa mesma atividade artística com o grupo de crianças.

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