
Uma Visita às Turmas Vizinhas
Bebês visitam brevemente a sala de uma turma vizinha, ampliando o convívio social com crianças de outra faixa etária.
Resumo rápido
| Ano escolar | Creche |
|---|---|
| Componente curricular | Ciências |
| Duração estimada | 20 minutos |
| Etapas da aula | 6 etapas |
| Código(s) BNCC | EI01ET04 · EI01EO02 · EI01EO03 |
Alinhamento Curricular (BNCC)
Unidade temática
Campo de experiência: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
Objeto de conhecimento
Convívio social ampliado com crianças de outra turma da creche
Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos; perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e nos adultos; interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar espaços, materiais, objetos e brinquedos.
Competências gerais da BNCC trabalhadas
Feito pela Equipe Escolas Disruptivas.
Conhecimentos prévios necessários
Os bebês já devem ter contato prévio apenas com os colegas da própria turma na rotina diária, servindo de base de comparação para essa primeira experiência de convívio ampliado proposta nesta atividade específica.
Objetivos de aprendizagem
Visitar brevemente a sala de uma turma vizinha, ampliando o convívio social do bebê para além do grupo habitual de colegas da própria turma na creche.
Caminhar até a sala da turma vizinha com apoio
Observar crianças de outra faixa etária durante a visita
Interagir brevemente, com apoio, com um colega da turma visitada
Materiais necessários

Passo a passo da aula
Combinado entre as turmas
2 minutosO educador combina previamente com o educador da turma vizinha o horário e a duração da visita, preparando ambos os grupos para receberem essa interação especial entre bebês de turmas diferentes, garantindo que o momento seja tranquilo e bem organizado para todos.
Caminhada até a sala vizinha
3 minutosO educador conduz os bebês até a sala da turma vizinha, explicando de forma simples que vão fazer uma visita especial para conhecer outros amigos da escola, mantendo os bebês próximos e seguros durante todo o breve trajeto realizado até o novo ambiente.
Chegada e observação inicial
4 minutosAo chegar na sala vizinha, o educador permite um momento de observação tranquila entre os bebês das duas turmas, apontando e nomeando as crianças presentes, ajudando a reduzir a estranheza inicial diante desse novo grupo de colegas apresentado durante a atividade.
Momento de interação guiada
6 minutosOs educadores de ambas as turmas incentivam uma breve interação entre os bebês, como compartilhar um brinquedo comum ou simplesmente observar-se de perto, mediando essa primeira experiência de convívio social ampliado com apoio próximo e constante durante toda essa etapa.
Despedida da turma vizinha
3 minutosO educador conduz uma breve despedida entre os grupos, incentivando um gesto simples como um aceno ou sorriso, reforçando de forma positiva a experiência de convívio vivenciada antes do retorno à própria sala de referência ao final dessa etapa da atividade.
Retorno e comentário final
2 minutosO educador conduz o grupo de volta à sala de referência, comentando brevemente sobre a visita realizada e os novos amigos conhecidos, encerrando a atividade com um sentimento positivo sobre essa experiência de ampliação do convívio social vivenciada pelo grupo de bebês.
Diferenciação e inclusão
Para bebês com maior dificuldade de adaptação a novos ambientes e pessoas, reduzir a duração da visita e oferecer colo constante durante todo o momento na sala vizinha, aumentando gradualmente o tempo de exposição em visitas futuras semelhantes. Para bebês ainda não caminhando de forma independente, realizar a visita de colo, garantindo a mesma oportunidade de observação e interação com o novo grupo.
Como avaliar
Observação da reação do bebê diante do novo grupo de colegas visitado, e de seu nível de conforto durante a interação guiada proposta, verificando também sua disposição para observar ou interagir brevemente com uma criança da turma vizinha ao longo da atividade de ampliação do convívio social realizada.
| Critério | O que observar |
|---|---|
| Adaptação ao novo ambiente | O bebê tolera relativamente bem a visita à sala da turma vizinha. |
| Observação dos novos colegas | O bebê observa as crianças da turma visitada durante a atividade. |
| Interação social | O bebê interage, com apoio, com uma criança da turma vizinha. |
| Retorno tranquilo | O bebê retorna à sala de referência de forma relativamente tranquila. |

Atividade de extensão
Sugerir às famílias promover encontros semelhantes com outras famílias e bebês conhecidos fora do ambiente da creche, ampliando essa prática de convívio social ampliado para outro contexto do cotidiano da criança.
Conexões interdisciplinares
Conecta-se ao campo O eu, o outro e o nós ao ampliar significativamente o círculo social do bebê para além do grupo habitual de colegas, e a noções iniciais de pertencimento comunitário ao perceber que a creche é composta por múltiplos grupos que também podem se conectar entre si durante atividades especiais como essa proposta.
Para saber mais
Promover encontros ocasionais entre turmas diferentes da mesma instituição contribui para o desenvolvimento social mais amplo do bebê, ajudando a construir uma noção inicial de comunidade escolar que vai além do pequeno grupo de convívio diário, além de oferecer benefícios práticos, como facilitar futuras transições entre turmas conforme o bebê cresce e eventualmente muda de sala ao longo dos anos seguintes na mesma instituição.
Referências: BNCC (Base Nacional Comum Curricular, 2018)
Perguntas frequentes sobre esta aula
Com que frequência é recomendável promover visitas entre turmas diferentes?+
Uma vez por mês ou a cada duas semanas costuma ser uma frequência equilibrada, permitindo que os bebês ampliem gradualmente seu convívio social sem excesso de estímulos novos que possam comprometer a sensação de previsibilidade e segurança da rotina diária.
O que fazer se os bebês de idades diferentes tiverem dificuldade de interagir entre si?+
Respeite essa diferença natural de desenvolvimento entre as faixas etárias, permitindo que a interação aconteça no nível possível para cada grupo, seja apenas observação mútua ou uma interação mais ativa, sem forçar uma expectativa de brincadeira conjunta elaborada.
É melhor visitar turmas de idade semelhante ou diferente?+
Ambas as opções têm valor — turmas de idade semelhante facilitam interações mais equilibradas entre pares, enquanto turmas de idades diferentes ampliam a experiência social para incluir crianças maiores ou menores, cada uma trazendo um tipo de aprendizado social distinto para o bebê.
Como preparar a sala vizinha para receber a visita de outra turma?+
Combine previamente com o educador responsável um horário tranquilo, sem sobreposição com outras atividades importantes daquela turma, e considere disponibilizar um brinquedo neutro que possa ser compartilhado entre os bebês durante o momento de interação guiada.




